Gerador de Etiqueta de Preço
Monte a folha A4 de etiquetas de preço da sua loja, com preço grande, promoção riscada, parcelamento e selo de oferta, e imprima direto do navegador.
Como usar
Escolha o tamanho da etiqueta, escreva o nome e o preço de cada produto e a folha A4 aparece pronta logo abaixo do formulário. Dá para adicionar quantos produtos quiser: a ferramenta quebra em quantas páginas for preciso, sempre com as etiquetas do mesmo tamanho.
Na hora de imprimir, existe um detalhe que decide tudo: deixe a escala em 100% e desmarque a opção de ajustar à página. É isso que faz a etiqueta sair do tamanho que aparece na prévia, e é por isso que a folha tem margem de 8 milímetros, que qualquer impressora doméstica alcança.
Papel comum resolve para a prateleira. Se a etiqueta vai para a vitrine, para geladeira ou para algum lugar em que encoste a mão, papel um pouco mais grosso, tipo 120 ou 180 gramas, dura muito mais. Tudo acontece no seu navegador: nada do que você digita é enviado ou guardado.
O que faz uma etiqueta vender
O preço grande e legível de longe. Cliente lê a prateleira andando, a alguns passos de distância. Preço pequeno faz ele parar, chegar perto e franzir a testa, e boa parte das vezes ele simplesmente segue em frente. Por isso o preço aqui sai em número grosso, com os centavos menores, que é o formato que o varejo usa há décadas justamente porque funciona.
O nome do produto conferindo com o que está ali. Etiqueta trocada de lugar é a origem mais comum de discussão no caixa, e a lei fica com o cliente: se o preço anunciado está errado, ele pode exigir o menor. Escrever o nome completo na etiqueta, com marca e tamanho, é o que impede a etiqueta de R$ 24,90 do arroz de 5 kg de acabar em cima do de 2 kg.
Uma informação a mais, nunca cinco. Preço por quilo ou por litro ajuda a comparar e aumenta a chance de a pessoa levar o maior. Parcelamento faz sentido em valor alto. Selo de oferta chama o olho. Os três juntos na mesma etiqueta, mais código, mais validade, mais dizeres, viram poluição e ninguém lê nada.
Preço riscado: quando pode e quando vira problema
Mostrar o preço antigo riscado ao lado do novo funciona porque dá referência: sem ela, o cliente não sabe se R$ 24,90 é barato. Só que essa é uma das poucas coisas da etiqueta que o Código de Defesa do Consumidor trata com nome e sobrenome.
O preço riscado precisa ter sido praticado de verdade, por um período razoável e recente. Subir o preço na véspera para riscar no dia seguinte é publicidade enganosa, e é a reclamação clássica das semanas de promoção. O órgão de defesa do consumidor não precisa de perícia para provar: basta o histórico da sua própria loja.
A regra prática que evita dor de cabeça: só risque um preço que você consegue mostrar num cupom fiscal antigo. Se não consegue, use o selo de oferta sem o preço riscado, que comunica quase a mesma coisa sem o risco.
Preço no Pix diferente do preço no cartão
Desde a Lei 13.455, de 2017, é permitido cobrar preços diferentes conforme a forma e o prazo de pagamento. O desconto para dinheiro e Pix é legal, e para muita loja pequena é a alavanca de margem mais fácil que existe, porque a taxa da maquininha some e o dinheiro cai na hora.
A exigência é uma só, e é sobre a etiqueta: a informação precisa ser clara e ostensiva, visível antes da compra. Anunciar só o preço do Pix em número grande e revelar o preço do cartão na hora de passar é justamente o que a lei proíbe. Se você trabalha com os dois preços, os dois precisam estar na etiqueta, e o do cartão não pode estar escondido. O comparador de taxa de maquininha mostra quanto essa diferença vale por mês na sua loja.
Antes de imprimir, confira o preço
Etiqueta bonita com preço errado é prejuízo impresso em série. Vale gastar cinco minutos conferindo se o preço cobre custo, imposto, taxa de cartão e a sua margem antes de rodar a folha inteira. Preço definido por “o concorrente cobra isso” é a origem mais comum de loja que vende muito e não sobra nada.
A calculadora de preço de venda monta o preço a partir do custo, do imposto e do fixo rateado, e a calculadora de markup resolve a marcação quando você já sabe a margem que quer. Se a etiqueta é de promoção, a margem de contribuição diz até onde o desconto ainda deixa dinheiro na mesa.
Combina com
Para o cliente pagar sem depender de maquininha, o gerador de QR Code Pix monta o código com o valor já preenchido, que dá para imprimir e colar ao lado da etiqueta. E para quem vende parcelado, a calculadora de juros de parcelamento mostra quanto sobra de verdade de uma venda em 12 vezes.
Perguntas rápidas
Como fazer etiqueta de preço para imprimir?
Escolha o tamanho, escreva o nome e o preço de cada produto e a folha A4 fica pronta na tela. Imprima com a escala em 100% e sem a opção de ajustar à página, que é o que mantém a etiqueta do tamanho da prévia. Papel comum serve para a prateleira.
Qual o tamanho ideal de uma etiqueta de preço?
Depende da distância de leitura. Etiqueta grande, com 2 por linha, é para vitrine e ponta de gôndola. A média, com 3 por linha, resolve a prateleira comum. A pequena, com 4 por linha, serve para produto pequeno e balcão, em que o cliente lê de perto.
Posso colocar o preço antigo riscado na etiqueta?
Pode, desde que aquele preço tenha sido praticado de verdade, por um período razoável e recente. Subir o preço na véspera para riscar depois é publicidade enganosa. A regra prática: só risque um preço que você consegue mostrar num cupom fiscal antigo.
Posso cobrar preço diferente no Pix e no cartão?
Pode, desde a Lei 13.455/2017, que permite preço diferente por forma e prazo de pagamento. A condição é informar de forma clara e visível antes da compra: os dois preços precisam estar na etiqueta, e o do cartão não pode aparecer só na hora de pagar.
O que precisa ter numa etiqueta de preço?
O preço grande e legível de longe, o nome do produto conferindo com o que está ali, e no máximo mais uma informação: preço por quilo, parcelamento ou selo de oferta. Colocar as três juntas, mais código e mais dizeres, vira poluição e ninguém lê.
A etiqueta com preço errado obriga a loja a vender por aquele preço?
Na prática, sim: o Código de Defesa do Consumidor manda valer a informação mais favorável ao consumidor, então o cliente pode exigir o menor preço anunciado. É por isso que vale conferir a folha inteira antes de imprimir e escrever o nome completo do produto na etiqueta.
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